Resenha || Doctor Who: A Cidade da Morte - Douglas Adams

10.3.16

Editora: Suma de Letras
Páginas: 280
O Doutor leva Romana para um feriado em Paris – uma cidade que, como um bom vinho, tem uma variedade própria. Especialmente quando você a visita durante um dos anos clássicos. Mas a TARDIS os leva para 1979, um ano de boa safra, coberto de rachaduras – não nas suas taças de vinho, mas na própria fábrica do tempo.



É impossível ler algo do Doctor Who e não se perder em sua loucura criativa. A história começa com o leitor acompanhando os momentos finais de Scaroth, o último dos Jagaroth.  Imaginem só: o último momento de existência de uma espécie inteira!

Logo em seguida somos levados a momentos peculiares de pessoas importantes da história da humanidade, como Leonardo Da Vinci, o Major Gaston Palewski, Harrison Mendel e Nilolai Kerensky.  Inicialmente, esse “pulo” no enredo causa certa estranheza, pois não conseguimos conectar tais situações diferentes, mas acreditem: faz todo o sentido. Bom, pelo menos algum sentido, graças ao Doutor e a Romana.

O Doutor e a Romana estão de férias e decidem aproveitá-las em Paris, no ano de 1979. Paris é inegavelmente incrível, então eles têm diversas coisas para aproveitar, mas alguns eventos estranhos começam a acontecer e o Doutor tem certeza absoluta de que se trata de uma rachadura no tempo.

O responsável por tais eventos é o misterioso Conde Scarlioni, um personagem repleto de facetas! Com um humor instável e um comportamento ainda mais bizarro do que o do próprio Doutor, Scarlioni tem um plano que pode mudar o Universo que conhecemos. Cabe ao nosso intrépido protagonista e sua leal companheira, além de Duggan, um brutamontes que acaba se envolvendo nessa complexa trama, salvar o Universo e conseguir nosso final feliz.
“Ao dar as costas para a vista, Romana teve que abrir um sorriso, em parte de alívio. A definição do Doutor de “ano vintage” sem dúvida significa invasão alienígena, vários banhos de sangue e a explosão de alguma casa majestosa. Pelo menos uma vez, ficaria sem essas coisas. Pelo menos uma vez, seria bom pousar em um lugar e apenas se divertir. Como os humanos chamavam? Férias. Sim era isso”. (p. 31)

9 comentários

  1. Não acompanho a série, e apesar de ler e ouvir muitas coisas boas a respeito do Doctor Who, não é algo que me atraia, e isto se estendeu ao livro.
    Bjs, Rose.

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  2. Apesar de ouvir muito falar sobre Doctor Who não conheço nada sobre ele,achei o livro até que interessante mais fiquei boiando um pouco,quem sabe um dia eu me rendo e começo a acompanhar o doutor.
    bjs

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  3. nao gosto mto deste tipo de leitura. nao faz meu genero mas parece ser um otimo livro. obrigada pela dica

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  4. Oi sinceramente a sinopse não me chamou a atenção não é o tipo de genero literário que eu leio bjs.

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  5. Como não assisto a série de tv Docto Who, não estou por dentro do assunto mas gostei da resenha e o livro me chamou atenção, fiquei curiosa para ler, quero entender o livro.

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  6. Achei interessante por ser de Docto Who, mas não é um que leria. A história deu curiosidade, mas ler mesmo não fiquei lá com muita vontade não =/

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  7. Oi!
    Sempre tive muita curiosidade sobre Doctor Who vejo as pessoa falarem muito bem sobre a serie o que me deixou interessada e lendo a resenha gostei do livro, se tiver oportunidade quero ler !

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  8. Oiie,
    Eu ainda não li nada de Doctor Who e nem assisti ao seriado, não sei porque, mas ele não me atrai muito, parece ser interessante, mas não faz muito meu tipo, realmente as coisas parecem ser bem malucas nele.
    Beijos *-*

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  9. Ainda não li nenhum livro do Doctor Who e não assisti a série também.
    Acho que vi um ou dois episódios, mas ainda não tive interesse de ler esses livros =/

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