Resenhas || Como Ser Feliz Ou, no Mínimo, Menos Triste - Lee Crutchley

Editora: Paralela
Páginas: 160
*Livro recebido em parceria com a Editora
Com perguntas divertidas e instruções surpreendentes, Como ser feliz (ou, no mínimo, menos triste) ajuda os leitores a verem a vida com novos olhos e redescobrir os prazeres simples que trazem alegria.




Como Ser Feliz, ou, no Mínimo, Menos Triste do autor Lee Crutchley foi um livro que recebi de surpresa da Editora Paralela. Confesso que não sou grande fã desses livros, mas esse me pareceu bem interessante apesar de estar no gênero autoajuda; coisa que vivo dizendo que detesto. Mas esse livro consegue tirar você daquela “mesmice” de autoajuda que estamos acostumados e traz. Ele de forma dinâmica entra para o nosso dia a dia e realmente nos faz refletir sobre diversas coisas e até mesmo nos diverte.
"'FELIZ' É UMA PALAVRA FORTE
                                         Jhon Luther
livro funciona como uma forma de mostrar que você precisa tentar ser menos triste, de forma interativa e criativa. Quem o escreveu, nos conta que passou por um momento triste que logo veio o vazio e a partir daí começou a pensar em maneiras de sair dessa, digamos assim! O livro não é um livro com conselhos para ser mais feliz e sim uma forma de te levar a mergulhar em sua própria mente, bem no fundo, e te fazer realmente pensar em tudo aquilo que vêm incomodando, e te levando a se sentir da maneira que se sente.. Assim como te faz perceber também as coisas que te faz ou fez feliz, aquilo pelo qual você é grato e etc.
"Portanto, insisto que você mergulhe. Afinal, o que é o pior que pode acontecer? (quer dizer, a não ser que você esteja dirigindo enquanto lê. ou algo do tipo - não faça isso). Há uma quantidade imensa de sabedoria nestas páginas - e haverá ainda mais, depois que você terminar."

6 comentários:

  1. Karini, Os livros de autoajuda me dão cansaço só de olhá-los, justamente pela questão proporcional de felicidade em alguns dias ou felicidade para sempre. Mas, me interessei pelo jeito que você falou sobre Como ser feliz (ou, no mínimo menos triste). E, realmente, o livro me encantou. Com seu pequeno toque de autoajuda e muita interatividade, o escritor me fascinou. Gostei!

    ResponderExcluir
  2. Também não sou muito fã de livros de auto-ajuda mas este parece ser bem diferente,gostei bastante dos cotes acho que é um bom livro.
    bjs

    ResponderExcluir
  3. Eu, assim como você, vivo dizendo que não gosto de livros de auto-ajuda, pois os conteúdos do gênero nunca me atrai. Apesar disso, eu adorei esse livro. Vi que o livro é composto por apenas 160 páginas, mas ele acaba nos trazendo uma grande mensagem!

    ResponderExcluir
  4. Também não sou uma pessoa muito ligada a livros de auto-ajuda, confesso que tenho um certo preconceito com esse estilo literário. Mas achei esse diferente de todos os outros: além do tema ser super interessante e útil a todos nós, a forma com que ele nos é apresentado, através de uma experiência pessoal do autor, e como interage com cada leitor, fazendo-o refletir, é bastante positivo e deve dar resultados.

    ResponderExcluir
  5. Embora tenha uma pegada estilo autoajuda, fiquei bem interessada em ler. As pessoas são acostumadas a ver o lado ruim em tudo e esquecem da importância de valorizar e observar as coisas boas.

    ResponderExcluir
  6. É parece mesmo sair da mesmice dos livros de autoajuda que são lançados, é sempre bom estar feliz e curtir e ser menos triste, isso melhora nossos problemas, é um menos e melhora nosso dia.

    ResponderExcluir