Resenha || Reboot - Reboot #1 - Amy Tintera


Editora: Galera Record
Páginas: 352
Quando grande parte da população do Texas foi dizimada por um vírus, os seres humanos começaram a retornar da morte. Os Reboots eram mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. E esse foi o destino de Wren Connolly, conhecida como 178, a Reboot mais implacável da CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. Como a mais forte, Wren pode escolher quem treinar, e sempre opta pelos Reboots de número mais alto, que têm maior potencial. No entanto, quando a nova leva de novatos chega à CRAH, um simples 22 chama sua atenção, e, a partir do momento que a convivência com o novato faz com que ela comece a questionar a própria vida, a realidade dos reinicializados começa a mudar.

"Quanto menos tempo se ficasse morto antes de voltar como um Reboot, mais humanidade ficava retida. Eu fiquei morta por 178 minutos."

Um dos meus gêneros literários favoritos é a distopia; quando sei de lançamentos do gênero, corro para obter informações e com Reboot não foi diferente. O que mais me chama a atenção nesse tipo de leitura é o mundo construído pelo autor, a forma como a sociedade é transformada. Isso realmente me instiga a querer descobrir mais, a tentar entrar na cabeça do autor e descobrir como ele chegou ali. Os enredos são tão bem construídos que me fascinam. Então é difícil eu não me apaixonar pela leitura.

Mas, vamos conhecer um pouco sobre Reboot, de Amy Tintera.

Texas foi devastado por um vírus, onde seres humanos começam a retornar da morte. Conhecido como Reboots, eles são mais fortes, mais rápidos e quase invencíveis. Wren tem sua morte declarada aos 12 anos e passa exatos 178 minutos morta. Cinco anos se passam após sua reinicialização e ela é considerada a Reboot mais implacável da CRAH, a Corporação de Repovoamento e Avanço Humano. Como a mais forte, ela pode escolher a quem treinar e sempre opta pelos Reboots de números mais altos os chamados +120.

Mas algo muda, quando um número menor chamada sua atenção, um simples 22.

Primeiro, vamos entender a lógica dos números, os chamados +120 são os Reboot que demoram a ser reinicializados, com isso, ocorre a “perda” da sua humanidade. São frios, sem quaisquer sentimentos, estão determinados a cumprir qualquer ordem, inclusive matar, se for o caso. Já os -60 são os passam o menor tempo morto, com isso eles conseguem preservar um pouco do que eram quando humanos e para a CRAH eles são considerados fracos.

Wren toma decisão de treinar um número mais baixo, Callum. Extrovertido e tipicamente humano ele começa a desestabilizá-la, enxerga nela uma humanidade que para Wren já havia morrido junto com ela, e é a partir dessa convivência com o novato que a faz questionar a própria vida, e a realidade dos reinicializados começa a mudar.

Alucinante! Um livro de tirar o folego, bem escrito, uma trama bem elaborada e personagens bem construídos. Amy escreve com maestria; a cada perseguição ou ataque meu coração ficava achando que ali seria o fim. Wren e Callum conquistam você num piscar de olhos, a forma como eles se entregam à amizade e a dedicação em proteger um ao outro é de uma sensibilidade tocante.

O livro é empolgante, o leitor fica vidrado, a cada desenrolar dos fatos algo novo vai sendo descoberto e vai se criando uma atmosfera de suspense e mistério.

O final para mim ficou com um gosto de quero mais. Amy proporcionou uma leitura eletrizante com um enredo construído com tamanha riqueza que se torna impossível largar até o último momento. “Reboot” é uma leitura recomendadíssima.


9 comentários:

  1. Eu quero!

    Adorei a resenha. Paty, tem continuação? Se não tiver vou ficar ainda mais animada. kkkk

    Bjs

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    1. Ju!

      Eu to super ansiosa pela continuação, tenho certeza que você também vai gostar.
      Bjos!

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  2. Acho que já falei aqui que não sou muito fã de distopias, esse ano resolvi ler um pouco mais o gênero e esquecer os livros que já li e não gostei, apagar da memória essas lembranças.
    Ainda estou disposta a fazer isso, mas não começarei por esse livro, ele não me atraiu e por ter tantos "problemas" só me fez querer fugir dele.
    Já não leio muitos livros assim e pegar esse que vai perdendo a força com o passar das páginas, não vão ser uma coisa muito legal pra quem tá começando a dar chance ao gênero.
    Bjokas!

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  3. Tbm gosto muito de distopias, mas este tema é desgastante. Eu não tenho tanto tempo pra ler, o que significa ficar com o mesmo livro por dias, que é igual a sofrer por dias a fio hahahahaha
    A resenha me lembrou bastante o seriado Resurrection, que curti muito, e não tenho duvidas de que gostaria do livro... o problema é que sofro demais com essas leituras!

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  4. Oi Paty!!! Se voce recomenda é por que o livro é bom, então vai pra lista de urgentes!!!kkkkkkk
    Amo distopias e coisas sobrenaturais, então tenho certeza que vou gostar desse livro!!!

    Bjsssssssss

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  5. Quando esse livrou saiu la fora. A galera gringa devorou a leitura,
    Só não esperava que saísse aqui no Brasil ou então, não tão cedo! Mas para a minha felicidade... já está aqui! =)
    Amo distopia e sempre que saiu algum livro nesse gênero, ja coloco na minha lista de preferencias.

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  6. Quando esse livrou saiu la fora. A galera gringa devorou a leitura,
    Só não esperava que saísse aqui no Brasil ou então, não tão cedo! Mas para a minha felicidade... já está aqui! =)
    Amo distopia e sempre que saiu algum livro nesse gênero, ja coloco na minha lista de preferencias.

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  7. Como sempre digo, distopias não são meu forte
    Mas quer saber vou ler,pra acabar c essa barreira

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  8. Oie
    Distopia bem escrita é uma ótima leitura na certa.Esse mundo onde as pessoas voltam dos mortos tem muito potencial para boas histórias.E o fato dela não ter humanidade deixa tudo ainda melhor.Lógico que vou ler.

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