Resenha || Centelha - Em Busca de Um Novo Mundo #2 - Amy Kathleen Ryan



Editora: Geração Editorial
Páginas: 376
Depois de Brilho, a saga nas estrelas continua… Após uma fuga desesperada da nave inimiga, Waverly e as outras meninas sequestradas conseguiram voltar para a Empyrean. Mas o clima por ali não poderia estar pior. Kieran, o menino gentil e sonhador que Waverly amava, assumiu o posto de capitão e passou a agir como um tirano de sangue-frio, deixando a Empyrean sob uma tensão sinistra. Seth Ardvale, líder brilhante e arqui-inimigo de Kieran, foi trancafiado na prisão, sem julgamento. As crianças prodígios que mantêm a nave funcionando estão revoltadas com o autoritarismo do líder. Para completar, uma explosão faz soar o alarme de mais uma ameaça. Eles não estão sozinhos. A tripulação aterrorizada terá que lidar com um inimigo pior do que a New Horizon, ou o delírio de Kieran. Seth descobre um passageiro clandestino na nave, que se move silenciosamente, deixando rastros de sangue por onde passa. O criminoso quer vingança. E só Waverly é a chave para entender seu ódio e impedir que ele detone sua bomba-relógio.
"Centelha" se inicia exatamente onde "Brilho" terminou. Conforme a sinopse explica, a situação não está muito bom na Empyrean.
Kieran torna-se um personagem um pouco frio, e de certa forma invejoso. Ele não se conforma com o fato de que Seth consegue sempre convencer os demais, graças ao seu grande carisma, enquanto ele, como líder, é obedecido apenas pela imposição. Essa situação acaba deixando Kieran mais e mais ditatorial.

Após o trauma que Waverly passou, ela também não é a mesma. Ela está se tornando uma jovem questionadora, que não aceita mais obedecer sem entender os motivos.
E esse é o grande ponto do segundo livro da série "Em busca de um novo mundo": o amadurecimento.

Ter uma nave sendo comandada e habitada apenas por jovens que estão conformados com o seu papel, mas que percebem que nem tudo é o que parece. E é claro, como jovens, começam a se rebelar, procurar respostas e a crescer.
Claro que existem perigos iminentes no livro. A própria sinopse entrega logo de cara a presença de um criminoso à bordo. A principal questão é: quem é ele?

O segundo livro da série não deixa a desejar. A autora conseguiu manter o ritmo forte do primeiro livro e ao mesmo tempo inserir novos detalhes e situações que se destacam. O leitor não consegue largar o livro até chegar ao final.

6 comentários:

  1. Oiee!
    Eu não li brilho, o livro não me atraiu então nem tentei ler. Por isso também não pretendo ler esse, além de ser uma distopia, gênero que raramente me agrada, tem o fato de que estou dando prioridade aos meus desejados, esse não está na lista, então vou deixar pra quem curte.
    Bjokas!

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  2. Olha, tenho um pé atrás com a Editora Geração. Traduções pobres, com erros excessivos - grafias, tempos verbais e etc - e o título não é algo que chame a atenção. Agora, lendo sua resenha, alguns pontos me fizeram mudar de ideia e me animei muito mais com este do que com Brilho... quem sabe eu não encare logo, logo ;)

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  3. Ainda não li o primeiro livro Brilho, essa série parece ser ótima e a resenha me deixou ainda interessada em conferi essa saga

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  4. Quero muito ler esses livros, pois gosto de distopias!!! Gostei das capas e sua resenha ficou ótima despertando ainda mais meu interesse nos livros!!!

    Bjsssssss

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  5. Não sou mt fan de distopias
    Estoua espera de alguma me impressionar,vai me entender shsushu

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  6. Há um tempo atrás eu morria de curiosidade com essa série mas agora não sei se pretendo lê-la.Mas é bom que o nível não tenha caido assim os fãs não vão acabar decpcionados.
    E essa capa está linda assim como a primeira.

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