Resenha: O Grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald

Sinopse:


Nos tempos de Jay Gatsby, o jazz é a música do momento, a riqueza parece estar em toda parte, o gim é a bebida nacional (apesar da lei seca) e o sexo se torna uma obsessão americana. O protagonista deste romance é um generoso e misterioso anfitrião que abre a sua luxuosa mansão às festas mais extravagantes. O livro é narrado pelo aristocrata falido Nick Carraway, que vai para Nova York trabalhar como corretor de títulos. Passa a conviver com a prima, Daisy, por quem Gatsby é apaixonado, o marido dela, Tom Buchanan, e a golfista Jordan Baker, todos integrantes da aristocracia tradicional. Na raiz do drama, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza. Aclamado pelos críticos desde a publicação, em 1925, "O grande Gatsby" é a obra-prima de Scott Fitzgerald (1896-1940), ícone da "geração perdida" e dos expatriados que foram para a Europa nos anos 1920. Introdução, escrita em 1990, e notas de Tony Tanner (1935-1998). Tradução e (outras) notas de Vanessa Barbara (1982-). Título original: "The great Gatsby".

Este é um clássico, apesar de eu não ser muito adepta dos clássicos por conta de sua linguagem, gostei bastante da leitura de O Grande Gatsby! A história é rápida e o leitor não se cansa com as viradas de páginas! Rico em detalhes e muito bem talhado, O Grande Gatsby foi ganhando forma na minha imaginação e me consumindo de maneira que não pude deixar o livro até que tivesse terminado!

Nick Carraway é quem nos apresenta Jay Gatsby, um bilionário figurão conhecido por suas festas com muito álcool e jaz em plena Lei Seca. Gatsby, apesar de sua pompa e riqueza adquirida após a guerra, é um homem que não possui amigos e um tanto quanto reservado apesar de suas festas extravagantes. Isso sempre desperta a curiosidade das pessoas ao seu redor que adora especular a seu respeito, já que não o conhecem de fato! Isso é algo que intriga também quem está lendo a história, pois quando digo que há uma aura misteriosa a cerca de Jay, falo isso literalmente.. Nem mesmo nós temos ideia do que se trata o que torna o livro ainda mais interessante!

Jay é apaixonado por Dayse Buchanan, uma mulher que sempre viveu em berço de ouro e a quem conheceu quando ainda era apenas um soldado. Desde então o destino de ambos seguiu rumos diferentes, até que após cinco anos, se reencontram; porém Dayse está casada e não parece estar "afim" de Jay. Mesmo assim Jay acredita que Dayse o ama e que largará o marido por ele. Jay fantasia, inclusive, como Dayse irá se unir a ele novamente, como se a realidade que vemos não fosse à mesma que ele está vendo!


O livro inteiro é interessante, a sociedade que nos é apresentada, me faz perceber o quanto eles são fúteis e preocupados com coisas materiais e como as pessoas pertencentes a elas, mesmo com toda riqueza são desprovidas de amor, sinceridade, felicidades entre outras tantas coisas! 
O final de O Grande Gatsby, apesar de não ser feliz é simplesmente perfeito diante toda a história que nos foi apresentada; a meu ver, não poderia ter sido diferente! 

Fitzgerald é fantástico e adorei o livro que me foi presenteado; o indico até mesmo para aqueles que assim como eu, não curtem tanto os clássicos! 
 



Título: O Grande Gatsby
Autor: F. Scott Fitzgerald
Edição: 1
ISBN: 9788563560292
Editora: Penguin-Companhia
Ano: 2011
Páginas: 256

7 comentários:

  1. Oi, :)


    Acho que, se eu fosse me levar simplesmente pela sinopse, esse livro definitivamente não seria meu tipo de leitura.
    Mas, depois de ler tantos comentários positivos sobre ele em tantos lugares, não pude evitar ficar interessada. Como você disse, a sociedade que ele apresenta parece mesmo interessante... não sei se vou conferir, mas fiquei curiosa *-*


    ~> Beijusss...;*

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  2. Olá, Karini! Há poucos meses eu fui assistir a esse filme, sem nem saber que ele era uma obra clássica (olhe só!). Acabei não assistindo todo na época, mas gostei bastante da proposta da história. Pela sinopse, pela sua resenha... eu leria, sem dúvidas. Alguns clássicos são ótimos; o que é uma pena, já que a grande maioria possui certo receio em lê-los, e acabam perdendo ótimos livros. Pretendo ler "O Grande Gatsby" em breve. Beijocas.

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  3. Eu gostei muito de A lista dos meus desejos, espero que possa ler e goste tanto quanto eu!

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  4. Pois é Vanilda, apesar das poucas páginas é um livro muit reflexivo e interessante. Escrito de forma clara trazendo para o cotidiano questões que assombram a todos e mostrando o íntimo do ser humano e suas escolhas que pode pender para um lado bom ou ruim!

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  5. Ante ontem eu diria que não fazia ideia de que livro é este. Mas eu estou lendo o livro "Os Adoráveis" ele menciona este livro. Então acho que vou pôr ele na minha listinha.. rsrs

    beijos

    http://erikarayanaheart.blogspot.com/

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  6. Adoro clássicos! O último que li foi "A letra Escarlate" e li com o dicionário por perto, de vez em quando aparecia uma palavra desconhecida por mim. O Grande Gatsby está na minha lista de futuras leituras há um tempão. Não vejo a hora de ler, ele me parece ter trejeitos de loucura, sei lá Gatsby não percebe bem a realidade vive no seu mundo pequeno de riqueza rs


    Beijos,
    Jhey
    www.passaporteliterario.com

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  7. Eu não gosto de clássicos.
    Creio que essa foi uma forma meio negativa de começar esse comentário, entretanto não poderia começar de outra forma. Tenho uma birra excessiva por clássicos a tal ponto que é realmente difícil enfiar na minha cabeça que um livro clássico é bom (imagine a cena).
    Mas tenho visto excelentes comentários sobre esse livro, inclusive essa resenha, que tem feito essa minha cabeça dura amolecer um cadinho mais.
    Aliás, quando se trata de livro bom eu sempre fico animada e quando TODO mundo diz que um livro é bom ele não pode ser ruim né?! Ou pode?? Mas enfim, fiquei feliz em saber que o final não é feliz (por favor, não me julguem por essa frase.), mas é que cansei de finais irreais, gente eu quero a ficção imitando a realidade poxa!

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