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Entrevista com Carina Rissi, autora do livro Perdida



Olá mixmaniacos de plantão! Tudo bem com vocês?  Hoje o Mix tem uma supresa bem legal e tenho certeza que os nossos leitores vão delirar. A Carina e a Editora Baraúna, em parceria com o Mix, estão presenteando os nossos leitores com uma MARAVILHOSA entrevista e sorteio de um exemplar de um dos livros mais desejados do ano. 

Se você está curioso sobre essa mulher brilhante, não deixe de ler na íntegra os detalhes  sobre Perdida e participe desse sorteio. Quem sabe não será o feliz ganhador do livro?



1 – Como surgiu a ideia de Perdida? Conte um pouco do processo de concepção.

Bom, a trama central ( a viagem no tempo) surgiu num momento de necessidade. Era hora do jantar, a família estava faminta e quando coloquei a comida para esquentar no micro-ondas acabou a energia elétrica. Eu fiquei irritada comigo mesma porque não conseguia me lembrar como se aquece a comida sem o micro-ondas. Eu sabia que existia uma forma, que a vida nem sempre foi tão moderna, sem tantos aparelhos para facilitar a vida. Foi aí que vi Sofia pela primeira vez, tentando tomar banho, horrorizada, levando um balde pesado até o quarto. Depois disso ela sempre aparecia com uma cena nova – como se fosse um capítulo de um seriado de TV. Ainda assim, levei 2 anos para começar a escrever essa história simplesmente porque não sabia que podia. 

2 – Como foi a construção da personagem de Sofia? Muitas pessoas da nossa época se identificam com ela por seu jeito engraçado, espontâneo e por essa fissura pelo moderno. Confesso que morri de rir com algumas das cenas, uma delas quando estava tentando usar a máquina de escrever. Então nos conte como foi à construção dessa personagem tão especial.

Hahaha. A Sofia é uma figura! Acho que ela é um pouco de todas nós, mulheres do século 21. Criar Sofia foi um processo bastante simples – já trabalhar com ela é outra história rsrs – e natural. Ela é fissurada com coisas modernas, e como a maior parte das mulheres de hoje em dia, já não acredita no amor fora das páginas dos livros ou das telas de cinema. Acho que é por isso que os leitores se identificam tanto com ela. Quem nunca ficou desesperado porque o computador deu pau e foi pro conserto (“Como vou trabalhar agora?”) como se essa fosse a única forma de conseguir executar sua tarefa? Ou quem nunca ficou furioso porque o celular ficou sem bateria justo quando tinha que fazer aquela ligação ultra-mega-hiper urgente? O mundo funcionava sem essas tecnologias – de forma mais lenta, claro, mas ninguém deixou de fechar contratos por não ter email ou celular – e Sofia sabia que um tempo assim havia existido, só nunca imaginou viver nele.

3 – Ian foi uma personagem de personalidade amável, carinhoso e que me passou confiança. Confesso que gostei muito da forma cavalheiresca  como agiu com Sofia. Como você vê Ian? Foi difícil montar sua personalidade?

Sendo sincera, acho que não mereço crédito nenhum por ter criado Ian. Ele veio absolutamente pronto. Nome, sobrenome, personalidade. Sou fã de Jane Austen, e acho que Ian é minha versão do Sr. Darcy ou coisa assim. Vou contar um segredo. Em diversas obras, Jane Austen cita a família Clarke, embora eles nunca apareçam nas histórias realmente. Então quando o Ian se apresentou para mim como Ian Clarke eu pensei: “Ei! Você é parente dos Clarke da Jane!”. Ele sorriu daquele jeito tímido e eu soube que tinha um bom personagem nas mãos. De cara fiquei louca por ele – exatamente como aconteceu com a Sofia. Ela só levou um tempo maior para perceber isso. 

4- Você conseguiu misturar bem o contemporâneo com o histórico. Acho que essa foi uma das grandes jogadas desse livro. Foi muito difícil escrever sobre épocas com costumes tão distintos? Fez algum tipo de pesquisa histórica? Confesso que chorei de rir com a coisa da “casinha”. Comecei a me imaginar naquele tempo e pensar como viviam. Não fiquei nada feliz e agradeci a Deus por ter nascido nessa época.

Essa mistura de épocas era para ser a trama central do livro, mas acabou ficando para segundo plano. Não sei como os outros autores conseguem, mas o fato é que eu não consigo controlar meus personagens – especialmente a Sofia. Ela nunca faz o que eu quero. Minha ideia inicial era Sofia dar uma “passeada” pelo século 19,  testemunhar as mudanças que ocorreram ao longo dos séculos e voltar para casa. Mas Ian apareceu meio sem querer e não pude fazer nada para impedi-lo. A primeira cena em que vi Ian ele surgia a cavalo e parava para ajudar Sofia, todo gentil e prestativo, educado, corando... acabei suspirando e naquele momento eu soube que as coisas iam se complicar muito e o foco da trama mudou de direção. Mesmo assim, me dediquei às pesquisas porque não queria passar nenhuma informação errada ao leitor. Não foi difícil escrever sobre essa época – como fã de Jane e outros autores do século 19, eu já conhecia alguns costumes –, o que foi complicado foi encontrar as informações que eu queria. Como a casinha, por exemplo. Foi uma das semanas mais frustrantes para mim. Eu não conseguia encontrar informações sobre a higiene pessoal de uma garota. Quase chorei de alívio quando finalmente encontrei o que precisava (e depois quase chorei de desespero por saber que colocaria Sofia ali dentro rs).

5-  Sua escrita é engraçada e na maioria das vezes a comédia deixa o leitor em delírio. Foi muito difícil escrever uma comédia romântica como essa? Essa foi sua primeira experiência nesse gênero?

Perdida foi minha primeira experiência em todos os aspectos. Eu me diverti muito escrevendo Perdida, e o processo todo foi tão fácil, tão prazeroso que, às vezes, eu pensava que estava quebrando alguma regra. O bom humor veio fácil, não precisei forçar nada mesmo porque acredito que soaria artificial. Acho que esse traço de bom humor em minha escrita seja influência dos autores que mais gosto (Jane Austen, Marian Keyes, Sophie Kinsella, Meg Cabot, Marcelo Rubens Paiva).     

6 – Qual mensagem você pretendia passar com esse livro? Eu aprendi com ele a busca e a importância do verdadeiro amor. Sofia tinha uma dificuldade muito grande em aceitar o amor e dava muita importância ao lado superficial da vida. Ian a ensinou que existem coisas mais importantes e por ele abriu mão da vida, e modernidade que tanto prezava. Era isso que esperava quando criou essas personagens? 

Não era! Rsrs Mas não imagina o quanto fico feliz em saber que o livro trouxe algo bom para você e a outros leitores. Eu adoraria poder dizer e me gabar que eu queria sim passar algum tipo de mensagem, mas a verdade é que eu não tinha pretensão alguma. Só queria contar uma história e esperava que quem quer que a lesse se divertisse um pouquinho.  

7 – Falando sobre costumes e época, vou tocar em um ponto delicado. Ao ler o livro, eu me confundi com a época e o local. Primeiro pensei que fosse Portugal, mas depois percebi que estavam no Brasil. Contudo alguns fatos históricos me deixaram confusa em relação a isso. Um deles foi a questão dos escravos. Lembro que em um dos meus comentários ao ler foi: “Porém, sendo muito franca, a autora deixou uma quantidade enorme de fios soltos. Já cheguei a metade do livro e ainda não consegui descobrir se essa estória se passa no Brasil ou em Portugal. Os pontos contraditórios são enormes. Se não fosse por isso, com toda certeza o livro ganharia uma nota 5. Mas considerando o fator histórico estou um tanto quanto perdida nesse aspecto Esse comentário fiz com 44% da leitura e quando terminei coloquei: “Apesar dos fios soltos, o livro é incrível e estou amando. Mal posso esperar pelo final. Já estou em cólicas. Kkk”  Agora eu pergunto, foi proposital ou você só percebeu isso na revisão do livro? Eu vi no final uma nota explicando os fatos, mesmo assim não me convenceu naquele momento.

Muito delicado mesmo, mas foi totalmente intencional. Eu detesto o período da escravatura. Realmente me envergonha que algo tão desumano e despropositado faça parte da história do meu país, por isso, assim que tive a chance eu apaguei todo esse horror da história, ao menos no mundo em que criei. E imaginei que essa atitude criaria dúvidas no leitor, por isso incluí a nota no final explicando meu ponto de vista. Eu jamais conseguiria escrever algo sobre escravidão. Minha forma de escrita é leve e bem humorada e acho impossível – pra não dizer desrespeitoso – fazer humor com esse assunto. Imagine como Sofia reagiria ao se deparar com escravos quando sua melhor amiga em todo mundo é negra? Além disso, eu não conseguia – e ainda não consigo – imaginar Ian com uma senzala cheia de escravos, um tronco para puni-los, nem nada do tipo. Ele é um cara decente demais, cavalheiro demais, humano demais. De jeito algum trataria alguém de forma tão cruel.
A questão de não nomear onde se passa a história também foi proposital. Eu queria que o leitor entrasse de verdade na história, então deixei livre para que ele imaginasse a “metrópole” com o que conhece. Quem é paulista deve ter imaginado São Paulo,  quem é carioca o Rio, baianos, Salvador, mineiros, BH e assim por diante. Eu adoro aproximar o leitor da trama e acho que dessa forma facilito esse processo. A maioria de minhas histórias é assim, sem definição de lugar, a menos que seja importante ou relevante para a trama.

 8 – Fale um pouco da concepção das demais personagens. Elisa, por exemplo, conseguiu me cativar muito. 

Ah, Elisa é meu xodó.  Ela é tudo aquilo que eu imagino para uma garota do século 19. Educada, gentil, delicada e inocente. O oposto da Sofia. Já Teodora é mais ácida e difícil, provavelmente devido a uma TPM ainda não diagnosticada. Madalena é uma das personagens que mais gosto de trabalhar, ela faz um bom suporte para as trapalhadas  e pirações de Sofia, e Gomes é um típico senhor de tempos antigos, sábio e discreto com um quê de avô da gente. Eu amo todos esses personagens e por isso ainda não consegui me desligar deles totalmente. Uma sequência de Perdida virá por aí em algum momento e, às vezes, acho que Valentina e Teodora mereciam ter suas histórias contadas. Não sei...Vamos ver o que acontece.

9 – Teve algum bloqueio no processo criativo? Quando tempo demorou para escrever Perdida?
 Levei cinco meses para concluir Perdida. Acho que foi bem rápido – saber o final dessa história me impulsionou a escrever dia e noite. A verdade é que eu não fazia ideia de que estava realmente escrevendo um livro. Eu comecei a escrever e não contei nada pra ninguém porque parecia que eu estava fazendo algo errado. Decidi contar para o maridão o que eu tanto fazia no computador quando eu já tinha mais da metade do livro. Ele ficou surpreso – e muito curioso – e entusiasmado de uma forma que eu nem consigo explicar. Foi lindo! E assustador também. 

A conversa foi mais ou menos assim:

Eu: Mozão, sabe aquilo que eu fico fazendo no computador o dia todo.... e de madrugada também?

Ele: Não, você ainda não me contou.

Eu: Então, é que eu comecei a escrever uma história e... eu achei que era algo pequeno, só uma coisinha de nada mas... tá ficando meio longo e nem cheguei ao final ainda e... Meio que parece... hã... um livro.

Ele franziu a testa, sorriu parecendo aliviado – provavelmente por eu não estar de caso com alguém online – e começou a me fazer milhares de perguntas sobre o projeto. Eu fui contado, respondendo, explicando a trama e o que viria a seguir. Quando terminei, ele me olhou com algo que só posso chamar de orgulho.

Ele: Amor, eu acho fantástico! Tem muito potencial! Quando acha que estará pronto?

Eu não fazia ideia. E foi aí que eu tive o bloqueio. Eu sabia que ele queria ler. Eu queria que ele lesse, era importante para mim que meu marido lesse, mas algo parou de funcionar. Eu tinha medo do que ele fosse pensar a respeito, de que descobriria os mundos paralelos em minha mente e se assustasse com isso. Fiquei duas semanas sem conseguir escrever nada. Mas da mesma forma que veio o bloqueio se foi  e quando voltei a escrever eu tinha tanta sede de palavras que acabei terminando o livro muito antes do que esperava. O maridão adorou a história – o que me deixou em êxtase já que ele detesta romance – e foi ele quem decidiu fazer daquele amontoado de páginas um livro de verdade. Sem ele, Perdida ainda estaria na gaveta. Meu marido é meu maior fã, meu maior incentivador e o grande responsável por tudo que tem acontecido com minha carreira.

10 – Quais as dificuldades na publicação da história? Teve problema em encontrar a editora certa?

 Muita! A grande questão é que grandes editoras não apostam em autores estreantes, e se não apostam nesses autores eles jamais conseguirão se destacar e se torna um ciclo vicioso. Eu recebi vários nãos de editoras, outras nem mesmo me responderam. Então decidi (meu marido, na verdade) apostar em mim mesma e encontrei a Editora Baraúna, o que acabou sendo uma parceria muito feliz e bem sucedida.

11 – Quais são seus projetos futuros? Tem algo em andamento?

 Ah, tenho muitos! Em setembro desse ano sai meu segundo livro. Procura-se Um Marido, pela Editora Verus. Segue a mesma narrativa de Perdida, leve e divertida – ao menos eu espero – e conta a história de Alicia, uma garota desajuizada que precisa se casar para recuperar sua herança, mas não quer. Pra piorar, tem um cara que ela detesta, mas que aos poucos vai se mostrando um homem muito diferente do que ela havia imaginado e complica tudo. Estou trabalhando em um projeto intitulado provisoriamente como Luz na Escuridão, que fala de magia e amor verdadeiro que nem os séculos conseguiram destruir. Há também a sequência de Perdida, já tenho um bom material e espero em breve finalizá-lo.

12 – Esse foi o seu primeiro trabalho?

Foi sim. Eu nunca imaginei que seria capaz de escrever um livro. Foi graças a uma entrevista que assisti com a escritora Stephenie Meyer, onde ela contava um pouco sobre como começou a escrever, que assim como eu não achava que podia, que criei coragem para colocar no papel – no celular, escrevi os 6 primeiros capítulos de Perdida no meu celular – a história de Sofia. 

13– Fale um pouco sobre Carina Rissi para os leitores do Mix Literário. Queremos saber onde mora, sua formação, seus hobbies e sonhos.

Ai! Não posso escrever um livro em vez disso?? Rs Odeio falar sobre mim, nunca sei o que dizer. Bom, sou sonhadora por profissão, moro em Ariranha, uma cidadezinha de pouco mais de 9 mil habitantes no interior de São Paulo com meus dois grandes amores, o maridão e a filhota. Sou bookaholic desde que consigo me lembrar, tenho umas manias estranhas, como ler a última página de um livro antes de começar a lê-lo de fato, apesar de ter uma dúzia de chinelos sempre prefiro usar o do marido (muito maior e mais confortável que todos os meus) e coleciono rolhas de vinho (não sei bem porque, mas rolhas me fascinam!). Gosto de comprar coisas (qualquer tipo de coisa, especialmente em liquidação) e ver filmes antigos – ah, o cinema dos anos 80 foram imbatíveis! – com a família. 


14 – Como é para você agora, vendo o seu filho, fazendo tanto sucesso? Como se sente? Deve ser um grande orgulho para o escritor chegar nesse patamar. Pode falar um pouco sobre isso?

 Nossa, é difícil explicar. Imagine sonhar alto, muito alto mesmo e, no breve período de um ano, esse sonho não só se torna realidade como vai muito além das suas expectativas. É mais ou menos assim que eu me sinto. Nunca imaginei que meu primeiro livro tivesse uma aceitação tão boa, que seria tão elogiado e que até receberia recados de leitores (sério, essa é a melhor parte. Sempre me emociono lendo os recadinhos. Brigadão, gente! Vocês são demais! Os melhores leitores do mundo!). 

O Mix Literário agradece muito a entrevista para a autora Carina Rissi.

Sou eu que agradeço. Foi um prazer estar aqui. Beijão!




 
Sinopse: Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda de prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...


O Mix Literário agradece muito a entrevista para a autora Carina Rissi e o apoio da Editora Baraúna.



bjs no core 
Glau

15 comentários:

  1. Bom dia Gláucia, tudo bem? Eu sei que eu sempre digo isso, mas realmente fico feliz ao conhecer um pouco mais o autor. Saber que a idéia central surgiu ao esquentar comida é maravilhoso, pois é interessante ver como a Carina Rissi tem um mente tão complexa rs (se acontece comigo, a única coisa que eu penso é em ficar reclamando rs). Adorei ler a entrevista, e desejo à Carini Rissi e ao Mix literário muito sucesso!!!
    Ps: eu também adoro filmes da década de 80 \o/
    Beijos

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  2. É bom saber mais sobre os autores nacionais e sobre a obra do autor!
    Adoro esse blog!

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  3. Gostei da entrevista o livro parece ser muito bom.
    Fiquei curiosa.

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  4. Oi, Glaucia.

    Quero parabenizá-la por esta seção no blog.

    Adoro entrevistas, porque sempre mostra quem está por trás das histórias que amamos tanto e como estas surgiram.

    É a única maneira de estarmos perto do autor e da obra em si.

    Eu comprei esse livro quando ele foi lançado, mas acredita que até hoje não tive tempo de ler?! É muito complicado isso.

    Já ouvi muitas críticas positivas e não vejo a hora de lê-lo!

    Beijos.

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  5. O que eu posso dizer é q ela é simplesmente um Sucesso..adoreeei a entrevista não vejo a hr que chegue logo setembro pra comprar o seg livro da Carina =D e claro a continuação de Perdida o/

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  6. Gente a escritora é maravilhosa.. E como surgiu a historia é bem interessante num jantar de familia onde ela foi esquentar a comida no micro-ondas e faltou energia rsrsrrs... A personagem sofia é bem tipica e se torna engraçada no passado por conta da "tecnologia" daquela epoca que ela nao sabe usar.. Amei a entrevista e desejo ao Mix Literario e a escritora Carina Rissi tudo de bom :D
    bjs... \o/

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  7. Muito boa a ideia do livro, realmente quem hj em dia consegue viver sem computador e celular, acho essa sacada ótima, fora que romance historico é sempre bom. Ian parece ser o mocinho dos sonhos de qualquer garota. bjs

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  8. Adorei essa escritora! ainda não li o livro, mas a história me chamou bastante atenção.. assiim que der vou ler!
    Muito bom ter autoras brasileiras tão talentosas sendo valorizadas :D

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  9. Amei a entrevista, de verdade. A ideia para o livro foi mto boa, cada vez sinto mais vontade de ler o livro. Parece ser super divertido, ainda mais que o que eu mais gostaria de poder fazer é viajar no tempo. Quando li sobre Ian fiquei mesmo imaginando ele como Mr. Darcy, que eu amo. Bem, torcer para ter esse livro para ontem. Bjksss

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  10. Adorei a sinceridade dela. Que simática.... meu sonho é ter essas ideias, ou melhor inspirações para escrever um livro.


    Gostei demais demais...


    Parabéns Carina e parabéns ao blog.


    Super bjo!

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  11. É muito legal ver alguém que realmente dá uma entrevista, não fica sendo monossilábico! Tomara que ela continue sempre assim! Beijo!

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  12. Ela está de parabéns.Apesar de ainda nãoter lido este livro, já deu para perceber que é uma leitura fascinante!!! *-*

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  13. Gosto muito de autores nacionais e achei a Carina muito simpática.

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  14. Gostei demais da entrevista, a Carina parece ser muito fofa e bastante humilde.
    Parabéns ao blog pela entrevista, é muito bom conhecer um pouco melhor os nossos autores brasileiros.
    Bjão

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  15. Amei a entrevista,foi muito bom conhecer de onde a história se iniciou morri de rir quando ela contou sobre o microondas.
    Beijos

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