Tagarelar do Mix - Bios

Tagarelar do Mix é o nosso "papo de 5ª", onde falamos monte de coisas, vezes sem nexo e às vezes não!

Hoje é o dia do NÃO, rsrs, por isso vou falar um pouco do que mais me impressionou essa semana, a capa e a história do livro BIOS, da queridíssima Luiza Salazar.

Como vocês já devem ter visto, ou não, essa é a capa:

De dar medo, eu sei, mas o que me deixou curiosa foi a sinopse e o primeiro capítulo:



Sinopse: Quando Liz abre os olhos, ela se vê nas ruínas de uma cidade. E como se isso não fosse assustador o suficiente, tem mais um detalhe: Ela não se lembra de nada. Completamente perdida e sem nada além de uma mochila com alguns itens pessoais, Liz logo é resgatada por um grupo de adolescentes com ela, apenas para descobrir que eles são refugiados em um mundo onde ser humano é um crime. Uma grande corporação conhecida como O Instituto, responsável por criar vida artificial – no chamado Projeto Bios – está caçando os humanos restantes sob o pretexto de que eles são selvagens e instintivos demais para serem livres. A medida que passa tempo com estas pessoas, perturbada por fragmentos de memórias que não consegue conectar, Liz logo começa a suspeitar que o item do seu passado, aquele que ela não consegue lembrar, pode ser o segredo para a acabar com a guerra. E que o Instituto vai fazer de tudo para ver esse segredo – e ela – enterrados para sempre.



(In)Felizmente o lançamento será em setembro deste ano na bienal do livro do Rio de Janeiro.

Esse é o segundo livro da Luiza Salazar que também lançou este ano pela Editora Underworld o livro Os Sete Selos, veja minha resenha aqui

Para conhecer mais sobre a autora dessas preciosidades veja o blog da Luiza Salazar.

Vou te contar, essas estão, na minha opinião, entre as capas mais bonitas e, no caso de Bios, impactentes dos lançamentos de 2011.



1 comentários:

  1. Não sossego até comprar e devorar em pouquíssimos dias. HAHAHAHAA. Adorei o post, e a estética do blog. Estarei sempre por aqui para sugar as novidades e dicas literárias.

    Fernanda Mathièu,
    http://literaturacafeinada.wordpress.com/

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